quinta-feira, janeiro 27, 2005

Sem título, Sem data

Há, realmente, coisas que nunca mudam. O Piolho lá estava, igual a si próprio. Estranhei a porta fechada. Um "A" desenhado e recortado estava, no entanto, colado na porta... portadas abertas. Espreito e vejo uma silueta na luz fusca do interior... o meu coração descansa: está aberto. Entro, como se fosse da casa, "olá". (a empregada fita-me: "será que te conheço?"). E olha-me ("diz lá o que queres que tenho mais que fazer"). "- Arranjas-me um café, por favor?" e precipito-me para a casa de banho. [ouve-se a característica música jazz...e aquela que está sempre a tocar no Piolho (foi aqui que aprendi a gostar de jazz?] Quando regresso, tenho o café na mesa e sento-me a escrever (não sem antes ter mudado para uma mesa no canto (a habitual era a única ocupada). O luís acende a salamandra (porque estaria a mesa ocupada?)
Objectivos cumpridos: ver o mar. chegámos a tempo do pôr do sol (não é que isso fosse muito importante, mas justifica, estupidamente (aos tristes), a viagem)... tirámos umas fotos e já inspirámos o oxigénio refrescante do Piolho: o chapéu afinal era uma cobra! (quem o diz é o Principezinho) Ah! Lembrei-me agora que já passei as três décadas... devia ter juízo!

Piolho e Palheiros da Tocha, 27 de Janeiro de 2005, 18h08

1 Comments:

At sexta-feira, janeiro 28, 2005 10:43:00 da manhã, Blogger Nancy Brown said...

e os pés areados sacudindo o mar? ah q saudades infinitas desse mar!

 

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